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Missão Especial

Muitos pensam que cotonicultura é sinônimo apenas de grandes propriedades e que as novas tecnologias estão muito longe dos pequenos produtores. O que poucos sabem é que o cultivo de algodão é também meio de subsistência para milhares de agricultores em todo o mundo.

E o acesso às novas tecnologias, que facilitam o manejo, proporciona maior produtividade, menor risco de intoxicação do agricultor e também dos seus familiares. Entre outros benefícios, proporciona uma melhora significativa de suas condições sócio-econômicas, bem como de sua qualidade de vida.

Com o objetivo de ver de perto os benefícios que as novas tecnologias oferecem aos pequenos produtores, a Monsanto visitou Catuti (Norte de Minas Gerais), África do Sul e Índia.

Catuti

Algodão transgênico faz renascer a esperança em produtores de Catuti, cidade do Norte de Minas. Nas décadas de 1980 e 1990 a cultura do algodão era a principal fonte de renda de vários municípios da região. Contudo, devido ao clima semi-árido e altas infestações do bicudo do algodoeiro, as plantações foram dizimadas. A introdução do algodão Bollgard no Norte de Minas Gerais fez com que os cotonicultores voltassem a acreditar na produtividade de suas fazendas alavancando a economia regional. O projeto experimental, com uso de variedades adaptadas ao clima semi-árido, tem como objetivo alcançar uma produtividade superior a 200 arrobas por hectare (a média na região, no plantio convencional, era de apenas 30 arrobas por hectare). “Recuperamos a chance de sonhar com uma vida melhor e isso não tem preço”, afirma José Alves de Souza, 41 anos, um dos 28 pequenos produtores da região. Veja tabela abaixo que mostra a diferença que a tecnologia Bollgard fez e ainda faz na região do Norte de Minas Gerais.

Algodão Convencional Safra 2005/06 Projeto Bollgard Fase I Safra 2006/07 Projeto Bollgard Fase II Safra 2007/08
Área Plantada 500 hectares 40 hectares 117,5 hectares
Número de Produtores 50 4 28
Produtividade 30 a 40 arroba por hectares 120 a 180 arroba por hectares 160 a 200 arroba por hectares
Uso de Defensivos 16 a 20 aplicações 6 a 7 aplicações 6 a 7 aplicações
Índice Pluviométricos 600 mm 400 mm 356 mm

OBS: Índices baseados no ciclo de produção médio do Norte de Minas Gerais durante 100 dias. O ciclo das demais regiões produtoras no Brasil varia entre 200 e 250 dias.

África do Sul

A agricultura de subsistência predomina nas regiões mais pobres da África do Sul, país de 46,9 milhões de habitantes, distribuídos em uma superfície de 1,22 milhão de km2. A agricultura contribui com menos de 4% para o PIB, mas absorve cerca de 10% de empregos.

Atualmente, mais de três milhões de agricultores sul-africanos adotam a biotecnologia em suas lavouras, sendo que cerca de 2,4 milhões são produtores de subsistência. As mudanças mais significativas são presenciadas hoje na vida dos pequenos agricultores da região de Hluhluwe/Mkuzi com a adoção da tecnologia Bollgard®.

E, para apresentar a revolução trazida pelo uso do algodão Bollgard® na vida dos pequenos agricultores de Hluhluwe/Mkuz, a Monsanto promoveu, em Março de 2007, uma visita de um grupo de oito jornalistas brasileiros de veículos de todo o País, inclusive uma emissora de TV. O resultado: o contato com a transformação proporcionada pela biotecnologia na vida desses cotonicultores impressionou os visitantes, resultando na publicação de textos emocionantes sobre a experiência sul-africana.

Índia

Relatórios apresentados pelo ISAAA – Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações em Agrobiotecnologia, apontam a Índia como o país que teve o maior crescimento individual em área plantada com variedades geneticamente modificadas, ultrapassando a China e o Paraguai. Só em 2006, o país teve um aumento de 3,8 milhões de hectares com o plantio de algodão Bt e ocupa a quinta posição no ranking dos países com maior área plantada com transgênicos. Outro dado importante é que 2,3 milhões de produtores indianos – em geral de pequenas propriedades – adotaram a biotecnologia e a área média cultivada foi de 1,65 hectares.

E os benefícios trazidos com a adoção da biotecnologia para os agricultores indianos não param por aí. Pesquisa realizada pelo IMRB (Companhia Indiana de Pesquisas de Mercado) com cerca de 3.000 cotonicultores de 20 distritos indianos, nos estados de Andhra Pradesh, Karnataka, Tamil Nadu, Madhya Pradesh, Maharashtra e Gujarat em abril de 2006 mostram que agricultores indianos que plantaram algodão Bollgard®, diminuíram de quatro a cinco vezes as aplicações de inseticidas, quando comparados com aqueles que cultivaram variedades convencionais. O estudo aponta ainda que a média de aplicações de inseticidas nas plantações de algodão Bollgard® foi de 1,7 vez, comparado com a 6,2 vezes necessárias em lavouras da variedade convencional.

Além dos benefícios ambientais, estudos da consultoria Indicus Analytics, de Nova Delhi, que fornece pesquisas para os ministérios da Índia, Banco Mundial, UNICEF, USAID, Fundação Rajiv Gandhi, Universidades Harvard e Stanford comprovam os benefícios sociais conquistados pela adoção do Bollgard. Mulheres e crianças, por exemplo, tiveram maior acesso a serviços médicos e à educação em povoados que cultivam Bt, com destaque para o aumento no índices de vacinação em crianças (67% contra 62%) e de matrículas escolares em 5 dos 8 estados indianos consultados.
Abaixo, uma tabela com os benefícios que o algodão transgênico trouxe aos agricultores indianos.

Em novembro de 2007, a equipe de algodão da Monsanto, juntamente com dirigentes e diretores da Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão) foram à Índia. A visita visou consolidar a relação entre Abrapa/Monsanto em um ambiente de total transparência, além de ter a oportunidade de conhecer um novo país e a sua forma de se relacionar com a cultura do algodão.

Área Plantada 6,2 milhões de hectares (63% a mais que 2006)
Número de Produtores 50% a mais que variedades convencionais
Produtividade 3,8 milhões
Uso de Defensivos US$ 250
Índice Pluviométricos Entre US$ 840 milhões a US$ 1,7 bilhão

Fonte: Serviço Internacional para aquisição em Agrobiotecnologia (ISAAA)

Sustentabilidade

A responsabilidade sócio-ambiental da Monsanto está na opção pelas tecnologias limpas, nas práticas de produção de nossas unidades, na educação de nossos funcionários, no relacionamento com fornecedores e clientes e no apoio a programas que tragam benefícios às comunidades e ao meio ambiente. Ao revolucionar a agricultura com a biotecnologia, a empresa possibilita a menor utilização de maquinários, combustíveis fosseis e agrotóxicos, e melhor aproveitamento da água e do solo. Ou seja, ajudamos o agricultor a produzir mais com menor impacto ambiental, preservando a biodiversidade.

Projetos Sócio-Ambientais

Fundação Monsanto

INMED

Objetivo: Formação de professores da rede pública. O projeto também focará em ações para melhorar a qualidade de alimentação dos alunos por meio de educação nutricional e treinamento para plantio e manutenção de hortas. Local: Andirá – PR Público: Estudantes de área rural e educadores. Beneficiários: 1600 estudantes e 5000 educadores + famílias.

Associação Vida

Objetivo: Atividades educacionais que promovem o desenvolvimento de habilidades sócio-educacionais de jovens carentes, focando no início da vida profissional e de futuros empreendedores. Local: Sorriso – MT; Público: Jovens em situação de risco (de 13 a 21 anos); Beneficiários: 50 jovens;

Instituto Ayrton Senna

Objetivo: Desenvolver o potencial das novas gerações no Brasil por meio da educação pública de qualidade. Formação de gestores e educadores, pesquisa e produção de conhecimento e desenvolvimento de soluções pedagógicas e tecnológicas. Local: Atende todo o Brasil. Público: Alunos e Professores de Escolas Municipais e Estaduais. Beneficiários: 26 mil crianças + professores.

Projetos Incentivados

Rouanet – Museu Itinerante

Objetivo: Projeto de democratização cultural, constituído por uma exposição de reproduções de obras de arte, aliado a uma proposta de arte educação multidisciplinar, propondo o ensino das artes como parte do processo de educação.Localização: 8 municípios – Salvador/BA, Petrolina/PI, Sinop/MT, Rondonópolis/MT, Paracatu/MG, Londrina/PR, Chapecó/SC e Passo Fundo/RS Beneficiários: Professores da rede pública de ensino, alunos e comunidade em geral.

Rouanet – Praça Ativa

Objetivo: Eventos de utilidade pública que utilizam elementos culturais para promover ações educacionais e atividades de lazer voltadas para pessoas de todas as faixas etárias e classes sociais. Localização: 5 municípios – Uruçui/PI Sorriso/MT, Campo Novo dos Parecis/MT, Carazinho/RS e Rio Verde/GO. Beneficiários: Comunidade

  • Para saber mais, visite o site da Monsanto do Brasil e conheça melhor as ações ambientais e saiba mais sobre o Compromisso Monsanto com o meio-ambiente www.monsanto.com.br
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